A Cidade

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DADOS DO IBGE:


Entre as cidades de Ibitinga, Itapólis, Borborema, Iacanga e Tabatinga, o PIB que mais cresceu em dez anos foi o de Iacanga com 747% de aumento.

 

Com o maior crescimento Iacanca supera as cidades da região quando o assunto é a riqueza produzida pelos municípios entre os anos de 2000 e 2010. Um levantamento divulgado recentemente pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) aponta que Iacanga teve crescimento de 747,43% no Produto Interno Bruto (PIB) em uma década. A menor variação é encontrada em Tabatinga que aumentou 187,32% no mesmo período.

 

O PIB é dividido em setores agropecuário, industrial, prestação de serviços e criação de impostos. No caso de Iacanga, o melhor desempenho é verificado na área de Impostos.

 

Em 2000 a concentração do setor no município era de R$ 2,87 milhões. Dez anos depois passou para R$ 46.753 milhões. A variação é de 1.529%, o aumento dos impostos é consequência do aumento de outros setores, como indústria e serviços. Em Iacanga, a indústria cresceu 620%,99 e a prestação de serviços 906,54%.

 

Em 1925 Iacanga emancipou-se de Pederneiras e se tornou município, não sem disputa, Soturna também estava pleiteando e só não conseguiu pela intervenção da família Garcia de Almeida e outros políticos que tinham excelentes contatos no governo e conseguiram para Iacanga a emancipação graças também ao melhor desenvolvimento do Distrito.

Isso fez com que Iacanga e Soturna sempre disputassem o poder até mesmo de uma maneira belicosa, era quase uma guerra.

 

Em 1948, Iacanga era governada, pelo Sr. Oliveira Leutewiler que era de Soturna e conseguiu finalmente a emancipação política do Distrito agora com o nome de Arealva.

 

Também em 1948, chegou a luz elétrica que mudou muito a vida da cidade.

As primeiras lâmpadas pareciam uns tomatinhos, avermelhadas e bastante precárias, se chovia com certeza faltava energia, mas já se podia usar chuveiro quente, ferro elétrico, rádio e outras coisas mais.

O eletricista para acendê-las a tardezinha, saia com uma vara longa e em cada esquina ligava manualmente as lâmpadas, que eram desligadas por ele mesmo na manhã seguinte.

Depois disso chegou esgoto e asfalto por volta de 1962.

 

 Cinema

 

O primeiro chamava-se “Cinema Iacanga”, e localizava-se à Rua 7 de Setembro (atual Antonio Chechim), o segundo foi o “Cine Stª Terezinha” e situava-se na Av. Rodrigues Alves (atual Laemert Garcia dos Santos). O último foi o “Cine Teatro Stª Cecília”, localizado na Av. Tiradentes (atual Joaquim Pedro de Oliveira).

A princípio só passava filmes de 16 mm em preto e branco, as cadeiras não eram fixadas no chão e às vezes caiam o piso não era rebaixado porque o local  também era usado para bailes.

Houve a necessidade de reforma, pois não havia mais filmes em 16 mm.

Após, com o piso rebaixado e cadeiras fixas no chão, os filmes se multiplicaram, eram mais modernos coloridos e de 24 mm.

 

 Progresso

 

Mas o progresso continuou com nova delegacia de polícia, novo posto de saúde, hospital (quanta campanha para arrecadar fundos para fazer e equipar o hospital, até Roberto Carlos veio fazer show beneficente aqui). Seu tio Ludgero Braga que morava aqui foi quem conseguiu.

Atualmente novos bairros residênciais, praças bem cuidadas, indústrias que trouxeram muitos empregos e é assim que nasce uma cidade.